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A vida dos robôs é um tema explorado já há muitos anos por inúmeros cineastas, pesquisadores, pensadores, abordando questões, das quais algumas, vamos discutir aqui. Não é surpresa que muitos filmes já tenham sido feitos, pensando em nossos amigos de metal. Um filme muito recente, a Inevnção de Hugo Cabret, podemos ver a interação do personagem com o que seria o primórdio de um robô, um sistema mecânico, com aparência facial humana, no filme nomeado como autômato, com a capacidade de realizar uma tarefa específica, no caso a produção de um desenho, para o qual foi previamente programado.

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Hugo e o autômato em uma cena do filme

 Esse é o conceito que norteia de certa forma a robótica, que consiste na criação de máquinas que facilitem ou mesmo substituam os humanos na realização de tarefas complexas, pesadas, repetitivas ou mesmo perigosas. Imaginem como seria fácil se tivéssemos um robô que limpasse toda a casa com perfeição, todos os dias? ou um robô que dirigisse enquanto você fica livre para fazer inúmeras outras tarefas durante o trajeto?

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Protótipo limpando o chão

Algumas dessas tarefas já são possíveis atualmente. Vocês já viram um robô que aspira a casa toda sozinha?

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Inclusive de marcas conhecidas no mercado! Vejam esse da LG!

Facilitaria a vida de muitas pessoas com certeza! Contudo esse conceito já foi ampliado e os pesquisadores, além de produzirem máquinas eficientes, práticas e que não causem impactos no meio ambiente para a sua produção, tem se tentado produzir máquinas mais próximas da aparência humana. Por que? Essa deve ser a pergunta na cabeça de vocês, bom um dos principais motivos seria a empatia que nós teríamos com essas máquinas. Imagine a situação, o exterminador do futuro limpando sua casa!

ImageExterminador do futuro – o seu ajudante em casa! Eu que não queria um desse!

Imaginaram a cena? Com certeza não seria uma situação agradável. Agora imaginem o robô interpretado por Robin Williams em O Homem Bicentenário

ImageSua aceitação claramente seria maior, eu mesmo o teria trabalhando em minha casa sem problemas!

Agora, até que ponto os robôs devem ter aparência humana? Cada vez mais nossos amigos de metal tem ficado impressionantemente parecidos conosco, os então chamados androides.

ImageA similaridade é incrível entre o androide e seu criador!

Fica a pergunta, será que num futuro teremos algo tão próximo a realidade que seremos capaz de confundi-los?

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Personagem David do filme AI – Inteligência Artificial de Steven Spielberg

Em AI, o então chamado mecha (do inglês mechanical) David é um robô que além da perfeição com relação a sua aparência, é capaz de expressar sentimentos, tal qual um humano. Hoje alguns robôs já são capazes de demonstrar por feições os sentimentos para os quais são programados. Vejam o vídeo abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=wjW-v0IPT_M

É impressionante!

É claro que existem muitos temas éticos envolvidos em todo esse assunto, isso porque ainda nem falamos da inteligência artificial, mas uma coisa é certa, os avanços tem ocorrido a passos largos e não me surpreenderia se em breve androides possam andar entre nós e passar desapercebidos.

Sem dúvida esse é um tópico que temos muito ainda para explorar!

Gostaram? Postem, compartilhem! Vamos divulgar a ciência!

Até o próximo post!

Um abraço,

Equipe Plantão Escolar

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